A palavra ócio, significa vagar; repouso; lazer; descanso; estado de quem não faz nada; preguiça. E mesmo assim e mente continua a trabalhar. As idéias postadas aqui serão de gênero cômico, os dados apresentados serão reais, mas dá minha forma de ver. Cada mente trabalha de uma forma, você concordando ou discordando eu vejo as coisas assim. Entrem e comentem.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Ensaio sobre o ódio
Algo que nós provoca, faz irmos no limite na nossa calma ou sanidade.
Odiar. Quem nunca sentiu seu sangue ferver, suas mãos cerrarem em punhos, quando você é afrontado ou se sente humilhado?
Imagine-se na cena, sua paciência é levada ao limite, seus argumentos totalmente ignorados, nada do que diga, vai provar ou convencer o outro que voce está certo. Sua visão adiquire uma tonalidade vermelha, sua força se concentra em um punho fechado, sua audição parece que está abafada, não pode mais escutar nada, sua ira já está no maximo.
Você sente sua sanidade se esvaindo, mas ainda há um fio dela, em um ímpeto de razão, você se afasta, tem que ficar o mais longe possivél de alvo de loucura.
Em um canto você tenta acalmar seu coração, em sua garganta se faz um nó, um choro que é calado, suas mãos vão aos seus cabelos, em um gesto nervoso, e você apenas escuta o som de seu coração, com pulsares fortes e rápidos.
Mil planos mirabolantes e insanos se passam pela sua cabeça, um plano de vingança, um plano de sofrimento. Seus pés começam a te guiar em direção ao seu instinto predador.
Se sente levada pelo desejo de sangue, uma forma de causar uma dor em seu inimigo.
Quando vai se aproximando de sua vitíma, sente o sangue correndo cada vez mais rápido, nelas correm adrenalina, você agora é capaz de correr uma maratona sem se cansar para apenas alcançar sua vingança, cada passo silencioso, é acompanhado pelas batidas de seu coração desesperado.
E nesse instante sem fim, você acorda desse espirito de loucura, a visão inebriada volta a sanidade, e você deixa o objeto pontiagudo e laminado cair ao chão com tinir de sua lâmina, recobra-se o resto de sua sanidade.
Afasta-se do que antes era para ser uma cena macabra, e volta para seu quarto, para refletir.
Percebe-se que seu ódio foi insesato, mas esse sentimento é arrogante, não vê lados certos, apenas a dor.
Odio, tão doce e perigoso sentimento, forte com uma paixão avassaladora, insano como um cavalo indomavél, inconstante como vulções ativos. Sentimento insano, e devorador.
"O ódio é um sentimento apaixonado"
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